remotely.living

Sr. Business Analyst

RecargaPay · Remote - Brazil · 2026-09-01

Apply for this job

Job description

Responsável por transformar dados em inteligência de negócio acionável, respondendo perguntas que hoje a área ainda não responde. A pessoa nesta posição trabalha de forma independente em análises complexas, traduz achados em recomendações concretas e influencia decisões de negócio.

RESPONSABILIDADES

- Estruturar e conduzir análises ad hoc de alta complexidade, respondendo perguntas de negócio que demandam cruzamento de múltiplas fontes de dados.

- Traduzir resultados analíticos em recomendações claras e acionáveis para stakeholders de diferentes áreas e níveis hierárquicos.

- Construir e manter modelos analíticos em SQL e planilhas avançadas que suportem decisões recorrentes da área.

- Identificar proativamente oportunidades de melhoria de processos ou eficiência com base em dados — sem esperar ser demandado.

- Colaborar com squads de produto, operações e finanças para garantir que análises reflitam o contexto real do negócio.

- Documentar metodologias e garantir reprodutibilidade das análises, construindo memória analítica para a área.

- Contribuir para a definição do roadmap analítico da área, propondo prioridades com base no impacto esperado.

Requirements

- SQL avançado — escreve queries complexas (CTEs, window functions, joins em múltiplas tabelas) de forma autônoma, sem apoio de engenharia. Excel / Google Sheets avançado — domina modelos dinâmicos, tabelas dinâmicas e automações; não usa a planilha como banco de dados.

- Experiência prévia em fintech, pagamentos, crédito, seguros ou serviços financeiros regulados.

- Capacidade comprovada de conduzir análises end-to-end — da pergunta de negócio à recomendação — sem precisar ser guiado em cada etapa.

- Experiência com ferramentas de BI (Metabase, Looker, Power BI ou similar) é um diferencial, não um gate.

- Inglês ou espanhol para leitura técnica e comunicação com times regionais é bem-vindo.

COMPETÊNCIAS

- Autonomia analítica: define o escopo da análise, escolhe a abordagem e entrega sem precisar de supervisão passo a passo.

- Pensamento estruturado: decompõe problemas complexos em partes manejáveis e apresenta raciocínio de forma clara. Influência sem autoridade: convence stakeholders com dados e narrativa — não com hierarquia. Viés para ação: entrega insights com recomendações concretas; não para na observação.

- Curiosidade de negócio: entende o contexto do produto e da operação, não apenas os números.

- Comunicação executiva: adapta nível de detalhe técnico ao público — consegue apresentar para C-level e para engenharia.